Às vezes tudo se ilumina de uma intensa irrealidade
e é como se agora este pobre, este único, este efêmero
instante do mundo estivesse pintado numa tela.
Mario Quintana
sábado, março 25, 2006
lendo Leminski na manhã de chuva: você nunca vai saber quanto custa uma saudade
e a cidade pesando dentro é puro desejo de maresia e sal
Eu vou te dar alegria Eu vou parar de chorar Eu vou raiar o novo dia Eu vou sair do fundo do mar Eu vou sair da beira do abismo E dançar e dançar e dançar ...